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Auto-consumo



Com a evolução da tecnologia fotovoltaica e dos seus custos associados, a paridade da tarifa está já ao nosso alcance, ou seja, o custo de cada kWh de energia produzido por um sistema fotovoltaico, é igual ao custo do kWh de energia de compra aos vários comercializadores de energia, existentes no mercado.
 

Com o dimensionamento de um sistema de produção de energia em Autoconsumo, tendo em conta as necessidades e quantidades de energia que se utiliza, é proveitoso autoconsumir essa mesma energia, esquecendo apoios bonificados e outras burocracias.
 

O objetivo passa por estar mais imune aos aumentos energéticos, reduzir a dependência petrolífera nacional, reduzir a nossa pegada ecológica e ainda obter uma poupança monetária com a energia produzida pelo nosso próprio sistema.


 


   
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Em caso de litígio, o consumidor pode recorrer a uma Entidade de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo: CNIACC – Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo (www.arbitragemdeconsumo.org); CACCL – Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa (www.centroarbitragemlisboa.pt); CICAP – Centro de Informação, de Consumo e Arbitragem do Porto (www.cicap.pt); CACCDC – Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo do Distrito de Coimbra (www.centrodearbitragemdecoimbra.com); CIMAAL – Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Consumo do Algarve (www.consumoalgarve.pt); CACCVA – Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo do Vale do Ave/Tribunal Arbitral (www.triave.pt); CIAB – Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Consumo/Tribunal Arbitral de Consumo – Braga e Viana do Castelo (www.ciab.pt); CACCRAM – Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo da Região Autónoma da Madeira (www.srrh.gov-madeira.pt ). Mais informações em Portal do Consumidor (www.consumidor.pt ).